Orientações e cuidados

Porque é arriscado quando a família decide internar por conta própria

Preste atenção antes de internar!

1º – Segundo as estatísticas, sete em cada dez pessoas que saem de uma internação voltam a beber ou a usar drogas.

2º – As famílias costumam decidir o que é melhor para o seu familiar sem consultar um especialista, mas depois se arrependem das escolhas que fizeram.

3º – Seu familiar pode se comportar muito bem se estiver fechado em uma clínica por 3 ou 6 meses. Demonstra mudanças de comportamento, mas, na verdade, sente-se “cumprindo pena”, esperando a hora de sair para fazer tudo de novo.

4º – Sete em cada dez pessoas que vão para uma clínica não concluem o período de internação.

5º – A família não deve agir quando não estiver amparada por um especialista.

6º – De nada vai adiantar se o seu familiar sair de uma internação e não tiver um terapeuta para dar continuidade ao tratamento.

7º – Clínicas aceitam todos os tipos de casos, mesmo quando não é caso para internação ou algo que vai além do seu suporte e estrutura para atender.

8º – Clínicas oferecem orientação às famílias sobre o que fazer quando seu familiar volta para casa, mas sabem que não darão conta da responsabilidade e dos cuidados que envolvem o tratamento pós-internação. Mesmo assim, não fazem nada a respeito.

9º – Comunidades terapêuticas religiosas não oferecem tratamento adequado.

10º – Clínicas renomadas e caras tratam as famílias como clientes e oferecem spas que não transformam as pessoas.

11º – Na verdade, quando o seu familiar volta ao uso de drogas a família busca por uma nova internação e sempre é culpa da família que escolheu errado o lugar de tratamento ou do paciente que não quer parar de usar. Nunca é responsabilidade da clínica que muitas vezes é incompetente.

12º – As famílias são vistas pelas clínicas apenas como clientes e estas vendem promessas que não se sustentarão.

Não adianta a família ficar “pulando de galho em galho”, buscando uma solução rápida e miraculosa. Isto não vai acontecer!

O que fazer com um filho que não vê problema em fumar maconha

Acontece cada vez mais. Pais descobrem que seus filhos estão fumando maconha e entram em pânico.
Procure um especialista. Será necessário desenvolver um plano de ações para que este filho aceite receber orientação sobre aquilo que esta fazendo e não se revolte com a nossa tentativa de ajudar.
Quando os pais querem fazer algo a respeito, o filho que fuma maconha vai sempre entender como uma intromissão e não como ajuda.
Se deixarmos por sua conta, ele provavelmente vai defender que não fuma toda hora, que cumpre com as suas obrigações, que todo mundo fuma ou vai mostrar uma série de exemplos de pessoas que não tem problemas com o consumo de maconha.
Definitivamente este jovem precisa de acompanhamento e nós somente teremos sucesso se este jovem tiver alguém que ele confia para compartilhar.
O terapeuta precisa falar a mesma linguagem que o jovem. Tem que mostrar a ele porque fumar maconha não é uma boa escolha sempre respeitando as sua convicções e o tempo que ele precisa para assimilar e confiar em tais informações.
É necessário fazer um trabalho que vai atingir diversas áreas da sua vida tais como os lugares que frequenta, as pessoas que se relaciona e os hábitos que possui.
Este jovem precisa aprender uma forma de prosseguir na vida usufruindo de tudo o que mais gosta sem a necessidade de usar qualquer tipo de aditivo químico para se sentir melhor ou mais apropriado.

Cuidados antes de mandar seu filho para uma internação

Infelizmente a recuperação se tornou um grande comércio.

De cada 10 pessoas que se submetem a um tratamento para dependência química, sete voltarão a usar as drogas.

– O mais importante não deveria ser captar pacientes simplesmente para fecharmos mais contratos.

– Devemos ser honestos com as famílias que não estão prontas e não aceitarmos que queiram comprar aquilo que não poderemos entregar.
Alguns motivos para você não mandar seu familiar para uma internação.

MOTIVO Nº 1 – A família que já estava ansiosa por uma oportunidade de ajudar, quando seu familiar esboça aceitar um tratamento, corre para encontrar uma clínica e entra na internet.

MOTIVO Nº 2 – Despachar seu familiar para um tratamento sem orientação de um especialista é uma mistura de querer se livrar do problema com a vontade de sentir que agora esta conseguindo fazer alguma coisa.

MOTIVO Nº 3 – Do outro lado da linha sempre vai atender uma pessoa muito atenciosa que concorda com tudo e oferece socorro imediato. Mesmo quando as clínicas percebem que não se trata de um caso para internação elas sugerem e aceitam receber o paciente. As clínicas veem cada família que as procura como mais um cliente e a possibilidade de fechar mais um contrato.

MOTIVO Nº 4 – As clínicas se tornaram empresas comerciais explorando famílias desesperadas, oferecendo soluções mirabolantes através de seus sites com fotos da piscina e com facilidades de pagamentos em prestações parceladas no cartão de crédito. Muitas famílias estão vendendo o carro ou penhorando a casa acreditando na promessa de recuperação para seus filhos.

MOTIVO Nº 5 – O resultado disto é que a grande maioria dos pacientes não aceita ficar mais que 1 ou 2 meses internado. Apesar das clínicas saberem que eles não ficam, continuam divulgando seus tratamentos em 6, 7 ou 10 pagamentos. A família aceita deixar os cheques ou assinar um contrato. Quando o familiar desiste do tratamento eles devolvem somente parte do dinheiro e a mensalidade que é divulgada inicialmente por R$ 700 / mês, acaba saindo por R$ 1200 / mês.

MOTIVO Nº 6 – E este sistema de iludir famílias funciona muito bem porque em 20 ou 30 dias o familiar engorda e sua aparência e comportamentos melhoram. A família começa a ser seduzida pelo que vê e normalmente cede a insistência do familiar em voltar para casa na primeira ou na segunda visita.

MOTIVO Nº 7 – O familiar não termina o tratamento, a clínica recebe o seu dinheiro e o paciente volta a usar as drogas. A clínica sempre vai dizer que ele caiu porque não cumpriu o tratamento e se a família decide voltar, vai pagar de novo.

MOTIVO Nº 8 – É cada vez maior a quantidade de sites de captação de clientes na internet. São empresas que vendem tratamento de várias clínicas e ganham comissão. A família liga para estes lugares pensando que estão falando com uma clínica e não estão.

MOTIVO Nº 9 – As clínicas que fazem anúncios pagos na internet gastam milhares de reais por mês e sendo assim precisam fechar contratos para pagar seus anúncios. Procure instituições que não anunciam na internet.

Como receber o seu familiar depois de uma internação

As clínicas e comunidades terapêuticas só se preocupam com uma parte do tratamento que é a internação.

Por mais que as clínicas insistam que esta incluído  no pacote que você já pagou o pós-tratamento, a ressocialização, reuniões para a família, manutenção do tratamento, suporte para o pós internado ou qualquer outro nome que as clínicas queiram inventar para dizer que depois da internação o dependente e a família não ficararão abandonados.

Não funciona nenhum tipo de suporte para o pós-internado que venha através da clínica que ele ficou internado pelos seguintes motivos:

– Visitar a clínica de vez em quando não resolve.

– Frequentar reuniões semanais ou quinzenais na clínica não é suficiente.

– Frequentar algum tipo de reunião gratuida na sua cidade que a clínica indicou não é suficiente.

– Normalmente as clínicas não ficam nas mesmas cidades que as famílias vivem e por mais bem intencionadas que as famílias estejam em frequentar grupos ou reuniões em locais mais distantes, isto acaba se perdendo.

– O dependente normalmente não vê a necessidade de continuar o tratamento e a família vai experimentar uma nítida sensação de que tudo esta indo bem e não é assim tão necessário.

É por este e outros motivos que para cada 10 dependentes que passam por algum tipo de tratamento, 7 voltam a beber ou a usar drogas.

A parte mais importante do tratamento é o 1º e o 2º ano de sobriedade do dependente e isto ele só vai conquistar se depois da internação prosseguir com o acompanhamento de um terapeuta que vai preparar uma programação, verificar o que acontecendo semana a semana e conferir se ele esta cumprindo as reuniões que deve frequentar.

A internação é somente uma parte do tratamento e normalmente não é a mais importante e muito menos a mais difícil.

O que fazer quando seu familiar está vivendo na rua só aparece em casa de vez em quando

É uma situação que infelizmente acontece muito.

Quando o envolvimento já passou de leve, inicial ou o dependente esta envolvido com cocaína, crack e algumas outras drogas mais pesadas, o usuário desaparece, passa as noites fora, e só aparece quando quer.

Utiliza a residência dos pais como um local em que só serve para tomar um banho, trocar de roupa e se alimentar.

Muitas vezes passa vários dias na rua e quando está cansado vai para casa dorme um ou dois dias e volta para a rua.

Neste momento ele não esta nem um pouco interessado se os seus pais estão sofrendo ou se os seus filhos estão assitindo a tudo isto ou precisando dele.

Costuma fazer promessas de que vai parar e faz discursos com a intenção de sensibilizar a família. Tenta se fazer de vítima e quer mostrar que esta tentando fazer de tudo, quando na verdade não esta fazendo nada para ajudar.

A família nesta situação fica perdida e não sabe o que fazer. Não tem coragem de deixá-lo na rua ou não pode imped-i-lo de entrar em casa por outros motivos.

Quando a situação atinge este nível, as coisas só tendem piorar cada vez mais.

A família precisa de um terapeuta que acompanhe o dia a dia da família e saiba dialogar com o dependente.

Também precisa de treinamento para saber o que fazer em casa nova situação que vier a surgir.

É quase certo que cobranças de dívidas e reclamações de vizinhos começarão a bater na porta da casa da família, isto quando não é algo mais grave que envolva a polícia.

Procure um terapeuta, um especialista. Não espere para ver se um milagre acontece, não se iluda de que as coisas vão melhorar sem tratamento especializado.

Como tratar quem já teve várias internações

Os dependentes de drogas que já passaram por internações anteriores não podem ser tratados da mesma forma.

Precisamos entender porque esta internação ou estas internações não resolveram o problema.

Fica cada vez mais difícil convencer um usuário de drogas a se internar quando ele já passou por tratamentos no passado.

Se torna mais complicado encontrar uma clínica que vá oferecer um tratamento diferenciado ou que vá considerar suas passagens anteriores por clínicas e montar um plano diferente de recuperação.

Acredito que para quem já passou por uma internação, devemos fazer uma segunda tentativa. Mas quem já passou por duas internações, não devemos fazer uma terceira tentativa.

Existem outros tipos de tratamento que podem ser mais eficazes nestes casos.

A estratégia precisa mudar, chega um ponto que o dependente já não assimila nada de novo quando enviado por mais uma vez para uma clínica.

Informe-se sobre o que podemos fazer.

Existe uma infinidade de detalhes que provavelmente a família não cuidou e que fizeram com que as tentativas anteriores não deram certo.

Casos em que não há como evitar uma internação

Eu prefiro fazer o tratamento através de internação somente nos casos de usuários de crack ou de consumo avançado de álcool.

E mesmo assim prefiro internações curtas de no máximo 30 dias.

Maconha nós tratamos em casa, a maioria dos casos de envolvimento com cocaína, também em casa.

Não gosto de internações de 6 meses ou de 9 meses. Acredito que o dependente fica isolado do mundo e pode até se comportar muito dentro da clínica, mas quando sai não consegue lidar com a realidade do dia a dia e volta a usar drogas ou a beber.

Tratamento através de internações curtas

Sou a favor de internações de no máximo 30 dias.

Começamos o tratamento reunindo toda a família para conversarmos o passo a passo, de forma que todos possam participar e colaborar com o processo de recuperação do dependente.

Conversaremos junto com o familiar envolvido e em separado.

Em alguns casos iremos enviar este familiar para uma internação inicial de 30 dias e quando ele voltar, deixaremos tudo preparado para recebê-lo e prosseguir com o tratamento.

Será muito mais fácil para ele aceitar o tratamento e mais simples para a família contratar um mês de clínica do que fazer vários cheques para vários meses sem saber se ele vai ficar internado.

Internações de 9 meses não funcionam. Foi criado este período de 9 meses porque as clínicas religiosas acreditam que é o tempo que a pessoas precisam para nascer de novo.

Não existe nenhuma base científica para isto.

A maioria das clínicas não religiosas na internet oferecem tratamentos de 6 meses e a maior parte dos internados não completa este tempo de internação.

Se o caso de envolvimento for mais grave e o dependente aceitar, podemos fazer uma internação de no máximo 90 dias.

Qualquer tratamento terá muito sucesso quando é feito no ambiente que o dependente vive o dia a dia. Desta forma ele aprende a viver limpo readequando seus hábitos já dentro de uma nova realidade.

Orientações finais

Muitas famílias já me ligam dizendo que o seu familiar precisa de uma internação.

Algumas mães passam por cima de qualquer especialista e decidem que tratamento seu filho irá seguir.

O que vemos cada vez mais são famílias que agem por impulso. Muitas famílias passam o dia ligando para clínicas que encontram na internet e acreditam nas promessas que escutam. Internação só resolve o problema de 3 em cada 10 que estão internados.

Vamos analisar o caso do seu familiar e montar um plano de tratamento que resolva o problema em definitivo. Se ele vai ser internado eu estarei com ele antes, durante e depois desta etapa. Juntos podemos fazer uma única vez o processo, para não termos que nos deparar novamente com o problema no futuro.

Lembre-se, ninguém consegue praticar o que aprendeu durante a internação enquanto estiver dentro da clínica. Somente quando seu familiar volta para casa é que vamos saber como ele vai reagir. As famílias pensam que internação é o que resolve. muitas vezes a internação piora a situação. Não pense que você pode mandar seu filho para algum lugar e recebê-lo de volta depois de alguns meses limpo e pronto! Isso não vai acontecer.

O tratamento sem internação é possível para aqueles que querem parar com o uso da droga ou do álcool. Muitos dependentes químicos sabem o que precisa ser feito, mas não conseguem sozinhos. Meu trabalho é acompanhar o dia a dia de cada paciente para que juntos decidamos o melhor para toda a família.

O tratamento se resume em aliar o uso de medicamentos com grupos de ajuda, atividades e reuniões em família. Quando surge uma recaída conseguimos agir da maneira correta. A família recebe um treinamento e aprende a lidar com a situação e o problema do seu familiar.

Muitas discussões podem ser evitadas. Eu acompanho o paciente e a família ao longo de toda a semana. Verificando e supervisionando todos os compromissos e atividades que cada paciente e cada família deve cumprir.

Agindo corretamente e atacando a doença, conseguimos depois de alguns meses atingir nossos objetivos.

Sem um terapeuta para acompanhá-lo depois da internação, será bem mais difícil para ele se manter limpo.

Meu trabalho

Programa de orientação, coordenação e supervisão do dependente químico em tratamento sem internação

Oito em cada dez dependentes podem ser tratados sem internação.

Por este motivo, meu trabalho fica disponível para a família sete dias por semana.

Comunicação direta, não esperamos até o dia da consulta para conversar sobre um problema que estamos tendo hoje. A família envia um chamado e eu retorno imediatamente.

É necessário cuidar de vários fatores para obter sucesso em um tratamento. De nada adianta apenas enviar o seu familiar para internação e pegá-lo de volta depois de um tempo. A Organização Mundial da Saúde prevê que a cada dez pacientes que se submetem a um tratamento, sete voltam a recair.
Considerando este fato, meu programa também oferece um treinamento para a família, onde a comunicação entre terapeuta e familiares passa a ser diária, simultaneamente aos problemas do dia a dia.
Independentemente se o paciente foi internado ou não, se será internado ou se já passou por outros procedimentos, coordeno, juntamente com a família, todas as atividades que ele deve participar e todos os cuidados que devemos observar.

Estudamos as pessoas que ele conhece e se relaciona, analisamos os lugares que costuma frequentar e seus riscos.
Procuramos identificar os perigos que estão por trás dos hábitos do paciente e que ele não vê problema em manter.

Cada membro da minha equipe cuida de uma parte do tratamento: emocional, sentimental, espiritual, logística, operacional, relacionamento, família e ressocialização. Todo o trabalho é coordenado unicamente por mim.
Quando a família segue integralmente o que é sugerido, atingimos nosso objetivo, que é voltar a viver em paz em família.

Suporte para pais de adolescentes envolvidos em comportamentos de risco

Esta nova geração está completamente perdida e mergulhada em valores fúteis, agindo de forma irresponsável, acomodada, confrontando a educação dos pais e pensando somente no seu bem estar momentâneo.

Acreditam que beber faz parte da adolescência. Que a noite é uma festa. Que as drogas estão aí, mas só se perde quem quer e que tudo na vida foi feito para experimentarmos.

Não aceitam serem rejeitados ou ridicularizados pelo grupo, por não fazerem o que todos fazem. Assim, aceitam ir no embalo da turma sem se preocuparem com as consequências.
Somente vêem benefícios no uso da maconha e acham que estamos loucos quando argumentamos contra.
Meu trabalho é encorajar a família a não ter medo de agir hoje, para não chorar mais tarde.
Quanto mais o mundo tenta transformar a maconha em um tipo de cervejinha, mais cedo mães procuram ajuda para que seus filhos não prossigam fazendo experimentos.

Apresento todos os riscos, possibilidades e medidas que devemos e podemos tomar para fazer com que nossos adolescentes mudem seus comportamentos.
O programa que ofereço visa uma reeducação destes hábitos, em doses homeopáticas, com estratégia e técnica, onde o adolescente aos poucos vai aceitando.
As famílias precisar estar conscientes de que parar de fumar maconha não pode ser uma opção para o adolescente, porque este não tem maturidade para decidir sobre isto.
Meu papel é agir com autoridade e treinar os pais a terem novamente o controle da situação.
Não tratamos de droga. Tratamos do jovem, dos seus comportamentos, porque foram eles que o levaram a encontrar refúgio, lazer ou diversão nas drogas e no álcool.
A maioria dos adolescentes não é dependente de drogas, porque ainda não deu tempo. São dependentes, entretanto, dos seus comportamentos.

Treinamento para a família saber agir corretamente de forma assertiva e eficaz

Muitos pais quando me procuram estão totalmente perdidos ou cansados.

Normalmente, procuraram resolver sozinhos o problema do envolvimento com o álcool e com as drogas do seu familiar. Então, percebem que precisam de ajuda e acabam chegando até mim.
Quando chegam, estão agindo de maneira compulsiva, pensando onde está seu familiar, se usou ou não usou droga. Começam então a enlouquecer, trancando as portas, andando atrás dele o dia todo para fiscalizar qualquer movimento.
Com o tempo, se tornam obsessivos em pensar nos problemas do filho ou do marido ou do pai e se esquecem de cuidar das suas vidas. Passam a viver a vida do outro.

O seu familiar se tornou um viciado em uma determinada droga, e os pais se tornam viciados nos comportamentos do seu familiar. Passam então a agir impulsivamente, de forma muita parecida e, com o tempo, não há mais diálogo, somente a “troca de farpas”.

Meu trabalho é ensinar a família a falar e se posicionar de forma assertiva, no momento devido, para poder efetivamente ajudar e não somente desabafar seu desespero.
Meu trabalho é intermediar as relações entre a família 24 horas por dia.

Tratamento para pais e familiares adoecidos pela situação

Os pais vão se envolvendo, mergulhando no problema do filho e acabam se tornando reféns.

Quando me procuram, muitas vezes, perderam a autoridade sobre o filho, não sabem como agir, não conseguem cuidar das suas atividades sem pensarem no que o filho está fazendo. Não confiam mais no próprio filho.
Tudo isso pode ser revertido e, muitas vezes, experimentamos mudanças em duas ou três semanas.
Pais precisam aprender sobre o que está acontecendo neste momento de suas vidas, por que está acontecendo e como fazer para mudar a situação.
Semana a semana através das conversas e encontros que com cada membro da família individualmente vamos mudando o rumo das coisas, aprendendo a agir, falar e nos posicionar em relação ao problema.
Trata-se de um treinamento aos familiares, revendo suas reações diante dos comportamentos dos filhos.

Equipe multidisciplinar especializada

Em minha equipe conto com psiquiatra especialista em dependência de drogas, que também foi dependente no passado. Através de medicamentos, temos um suporte essencial para colocarmos em prática nosso programa.

Tenho uma psicóloga especializada em casos de dependência de drogas e de álcool, que a cada semana vai ajudar o paciente a entender suas ações, os motivos que levam a isso e como as coisas chegaram a tal ponto, através da compreensão da história de vida do paciente, ajudando-o a entender a dinâmica do seu problema.
Também tenho o privilégio de contar com um padrinho profissional de 12 passos, que através da filosofia de Narcóticos Anônimos e de Alcoólicos Anônimos vai entregar todas as ferramentas que o dependente químico precisa para entender onde estão os riscos, por que ocorrem recaídas e que tipo de relacionamento vem desenvolvendo com drogas e álcool. Conhecendo toda a dinâmica da sua dificuldade, leva o paciente a enxergar uma luz no problema, ajudando-o a perceber como agir para mudar a situação.
Completando a equipe, trabalho com um orientador espiritual com formação em História, Teologia e muita experiência em aconselhamento espiritual sem religião, aceitando e entendendo o Deus de cada um, da forma como cada um o concebe. Em muitos casos, a espiritualidade tem mais força do que outros caminhos e abordagens.
Consigo coordenar um programa que oferece caminhos diferentes para que a família e o dependente possam se identificar e, assim, encontrar uma saída para o problema.
Todos os membros da família são atendidos por todos estes profissionais.

Consultoria para os familiares dos envolvidos com drogas e álcool que não aceitam tratamento

As pessoas questionam se devemos obrigar um dependente a fazer tratamento e se isto vai funcionar.

É verdade que uma pessoa somente sai das drogas quando realmente decide que é isto o que quer. Mas não podemos ficar esperando que a atitude de mudar parta somente do nosso familiar, que está dependente. Muitas vezes, para começar a mudar e dar o primeiro passo é necessária a intervenção da família, porque o dependente de drogas se encontra mergulhado na situação.
Por este motivo, defendo que para àqueles que não aceitam se render e iniciar um tratamento agimos de maneira a fazer com que ele mesmo
queiram tomar esta atitude, porque reconhece que precisa desta ajuda.
Com estratégia, conseguimos ir amarrando alguns aspectos da vida da família com relação ao dependente de forma que este não veja outra possibilidade a não ser ao menos tentar. Temos tido muito sucesso com vários dependentes de drogas e de álcool quando conseguimos com que ao menos aceite tentar. Muitos que tentam, com o nosso suporte e um planejamento específico para cada caso, têm conseguido.
E isso funciona ainda mais com adolescentes e jovens.
Se o seu familiar não aceita um tratamento, ou não acredita que precisa, meu trabalho é fazê-lo querer e entender por que precisa.
Não podemos simplesmente concordar que o tratamento para nosso familiar é opcional. Mergulhado em drogas e no álcool ninguém consegue decidir por si.
Não estou falando em intervenção involuntária. Estou falando que é plenamente possível, através de algumas conversas, conseguir que nosso familiar espontaneamente aceite tentar.

Programa definitivo de tratamento para dependentes químicos que já se submeteram a outros tratamentos sem resultado

Desenvolvi programas específicos para famílias que já passaram por outras tentativas sem sucesso.

Na minha vida fui colecionando tratamentos e internações. Passei por 25. Em clínicas e comunidades terapêuticas. Católicas, Evangélicas, Budistas, Espíritas, de 12 passos, voluntárias e involuntárias. Minha família era tratada como cliente bom porque acabava voltando.
Vou apresentar um programa que precisa resolver o problema do seu filho ou familiar em definitivo. Não aceito que ele somente melhore ou que suspenda o consumo de álcool e de drogas temporariamente. Não quero que ele tenha uma vida sem sentido, sem graça, infeliz, sem paz e ainda pense que precisa usar para resolver isto.
A droga e o álcool têm que sair, e o gosto pela vida precisa vir.
Não aceito que este problema volte a atormentar a sua família. Alguns programas comigo duram 3 meses, outros de 6 a 9 meses e alguns até 2 anos. Até que possamos dizer com tranquilidade que este fantasma ficou para trás. Preciso que a família possa dizer que valeu a pena. O investimento, o tempo e a dedicação. Sou conhecido porque 75% dos meus alunos ficam limpos e se mantêm limpos. Pode ter certeza que será apresentado um programa diferente do que você já viu.
Tenho famílias que seguem o sugerido, fazem seus treinamentos adequadadamente e nosso sucesso é quase certo.
Minha proposta de tratamento precisa ser uma solução em definitivo.
Não aceito ser somente mais uma tentativa frustrada da família.
Para tanto vou apresentar um programa que envolve todas as etapas do tratamento.

Programa para dependentes químicos que não aceitam internação

Temos famílias que já internaram seus filhos ou familiares e não obtiveram sucesso. Famílias que foram trapaceadas por contratos de clínicas mal intencionadas ou não receberam o atendimento adequado prometido no início.

Não aceito nem conversar com locais despreparados que amontoam pessoas e se auto denominam clínicas.
Não é raro ouvirmos depoimentos de alguns que sofreram agressões ou maus tratos.
A verdade é que 80% das instituições são bem intencionadas, mas não possuem uma equipe preparada e com formação competente.
Precisamos entender que de cada 10 famílias que compram internações diretamente com clínicas, sete voltam a viver o problema em um período de até 1 ano.
As famílias costumam pensar que somente internando vamos conseguir com que nosso familiar mude.
A internação como ação principal ou única não muda ninguém.
Cansei de ver dependentes químicos que ficaram 3 meses, 6 meses internados, saíram e fizeram tudo de novo.
Tenho uma estratégia que procura evitar de todas as formas a internação e utiliza afastamentos de curto período. Nestes afastamentos fazemos acordos entre paciente e família que nos dão força para que nosso familiar respeite as regras ao sair e se mantenha em tratamento.
Precisamos entender que um programa coordenado por uma equipe competente pode tratar sem internar.
No caso de um afastamento ser inevitável será muito mais produtivo que nosso familiar fique menos tempo afastado, mas em contato comigo regularmente, do que fique 3 meses direto, isolado e sem o terapeuta que irá conduzir o tratamento quando ele sair.
Muitas famílias entregam seus familiares para clínicas e pegam eles de volta depois de meses. Como se ele tivesse sido curado.
As famílias ligam aleatoriamente para um monte de clínicas na internet. Do outro lado da linha as pessoas passam preço e tempo de tratamento. Como é que um profissional pode avaliar uma pessoa por telefone?
Como pode decretar o tempo sem ao menos ter conhecido o paciente?
Isto acontece porque as famílias querem comprar internação.
Acreditam que sabem o seu familiar precisa mais do que um especialista.
E infelizmente se arrependem depois.

Programas específicos para envolvidos com uso de drogas ou consumo abusivo de álcool e que não reconhecem que precisam de ajuda para mudar

As primeiras perguntas que os pais devem fazer a si mesmos:

Meu filho ou meu ente querido vai se tratar se ele quiser ou não aceitaremos ficar olhando ele se destruir?
Devemos esperar até que um dia ele queira mudar, ou o ajudamos a querer mudar hoje?
É opcional fazer tratamento, ou ele vai fazer queira ou não queira?
Nossos familiares que estão envolvidos com drogas, muitas vezes não conseguem pensar sobre o que é melhor para suas vidas e precisam da nossa ajuda por mais que digam que não querem ou que vão resolver o problema sozinhos.
Os jovens estão cada vez mais contaminados pelos comportamentos desta nova geração.
Ostentação, sexualidade ao extremo, topando tudo que veem pela frente. Acreditam que tudo na vida foi feito para experimentarmos.
Pensam que tudo está sob controle. Que param quando querem.
São pressionados pelo grupo, pelas amizades inadequadas e más companhias e acabam aceitando fazer experimentos sem pensar nas consequências.
Falar para um jovem que fumar maconha não é uma boa idéia, pode não fazer nenhum sentido para ele. Eles pensam que estamos fazendo tempestade em copo d’água, que estamos exagerando.
Meu trabalho e fazer com que eles entendam que precisam mudar seus comportamentos.
Não aceitamos que continuem bebendo ou usando outras drogas.
Fazemos isto porque o amamos e ele não direito de cobrar de nós que somos a família ficar assistindo ele destruir sua vida de braços cruzados.
Com estratégia, sei exatamente como envolvê-los pouco a pouco, treinando a família e intermediando a comunicação em casa que muitas vezes está estremecida.
Jovens costumam não entender porque não queremos que bebam ou usem drogas.
Homens que bebem há muitos anos não sabem mais como é viver e se divertir sem ficarem alcoolizados.
Isto porque a grande maioria deles ainda não teve sofrimento ou perda. Nós sabemos que o que vem pela frente não é bom.
Eles subestimam os riscos e vêem os hábitos que cultivam simplesmente como uma forma de se divertirem.
Não precisamos esperar que haja perda ou sofrimento para fazermos algo. Eu entro como uma autoridade que a família me concede. E eles se vêem em uma situação em que por livre e espontânea pressão de todos precisam fazer diferente e melhorarem seus comportamentos.
Quantas vezes vemos nossos familiares fazendo as mesmas coisas há muitos anos, prometendo que vão mudar, repetindo os mesmos erros.
Até quando vamos esperar?

Suporte pós-internação em processo de ressocialização

A Organização Mundial da Saúde tem comprovadamente repetido que sete em cada dez pacientes que se submetem a um tratamento, voltam a beber ou a se drogar.

Isto acontece porque as famílias querem comprar internação. Acreditam que sabem o seu familiar precisa mais do que um especialista e infelizmente se arrempendem depois.
Meu programa oferece um plano de prevenção de recaída que o paciente participa frequentando as reuniões 1 ou 2 vezes por semana no consultório do metrô Butantã.
Algumas atividades serão designadas e o cumprimento destas atividades será monitorado. Semanalmente o paciente participa de 4 consultas de 30 minutos cada: psicólogo, terapeuta ocupacional, coordenador espiritual e padrinho em recuperação.
Cada conselheiro cuida do paciente em uma área diferente do seu tratamento: psicológico, emocional, sentimental, espiritual, físico e operacional.
Treinamos nosso paciente a perceber os lugares que precisa evitar, as pessoas que deve evitar e os hábitos que deve abandonar.
Ele vai percebendo e conhecendo as armadilhas que rodeiam os dependentes químicos em recuperação e começa a se antecipar.
Vai aprendendo a observar a si mesmo. E antecipa uma possível recaída.
Vamos juntos decidindo como administrar cada nova conquista, a volta ao trabalho, aos estudos.
Seu familiar não caminha sozinho. Padrinho, conselheiros e terapeutas em contato com ele ao longo de toda a semana.

Treinamento do controle da raiva

Meu programa oferece um treinamento para que o paciente em recuperação aprenda a controlar seus impulsos e suas irritações.

É possível nos controlarmos e não deixarmos que a raiva domine nossas vidas.
As pessoas não são como queremos.
O mundo não é como gostaríamos.
As coisas bão sairão exatamente como esperávamos.
Surgirão pessoas que não serão corretas conosco e que podem dizer o que não merecemos ouvir.
Todos somos passíveis de sofrermos injustiças.
E dependentes químicos costumam usar drogas também porque não querem passar por estas coisas e não aceitam “engolir sapo”.
Eu treino meus pacientes a pararem de acreditar que seus problemas estão nos outros. Que somos assim e usamos drogas porque as outras pessoas são o problema.
O problema somos nós e temos que mudar a nós mesmos.
Enquanto continuarmos a querer mudar os outros, não vamos conseguir mudar a nós mesmos.
Brigar e discutir muitas vezes nos leva a beber e usar drogas.
Precisamos administrar nossos problemas buscando manter a serenidade nas coisas que fazemos.
Este treinamento é essencial para um paciente em recuperação que está tentando ficar limpo.

Tratamento da ansiedade e da depressão

Acompanhados pelo psiquiatra desde a primeira consulta, a medicação correta será designada para que o paciente se sinta mais estabilizado ao longo do dia. Oscilando menos entre depressão e euforia.

Existe medicação adequada para que as oscilações de humor sejam controladas, para que a ansiedade diminua e o paciente se sinta melhor.
Será feita uma avaliação para verificarmos como está o sono. Se há necessidade de uma medicação para dormir mais cedo ou mais profundo. Para que a pessoa não durma até tarde no dia seguinte e mesmo acordando cedo se sinta disposta e animada.
Através das conversas com os conselheiros da minha equipe, os pacientes vão apredendendo a detectar os gatilhos que disparam comportamentos que não queremos. Vão aprendendo a identificar situações que nos tornam vulneráveis.
Tratar envolvimento com drogas e com uso abusivo de álcool está diretamente ligado com tratar da depressão e da ansiedade.

Acompanhamento terapêutico

Meu papel é de ser um padrinho.

Aos poucos vou convencendo o paciente a dividir sua vida comigo. Juntos vamos decidindo cada novo passo.
Com estratégia vamos conseguindo com nosso familiar vá colaborando e deixando com que cuidemos de suas decisões temporariamente.
Paciente e família se comunicam comigo ao longo do dia e eu vou coordenando as decisões simultaneamente ao pedido de ajuda.
Através de whatsapp, SMS, email ou telefone.

Mediação de conflitos na família

O meu programa tem o foco principalmente em preparar a família para receber o familiar que retorna de um período de afastamento. Ensinando como se posicionar, o que dizer e o que não dizer. A família passa a tratar toda a sua desconfiança diretamente comigo.

Suas preocupações, pensamentos e sentimentos são tratados antes comigo do que com o paciente em recuperação.
Minha comunicação com a família se dá 7 dias por semana simultaneamente aos fatos do dia a dia.
Eu treino a família a saberem ouvir o outro. Sabemos que devido à tensão da situação, quando o assunto surge não existe mais diálogo. Meu papel é filtrar aquilo que vai ajudar o outro. E passo temporariamente a fazer parte da família.

Internação de 30 dias e de 90 dias

Visite o site www.drogasealcoolclinica.com.br​ e veja como é possível internar com tranquilidade e confiança em um local de alto padrão sem o preço exorbitante que costumam cobrar.

Tratamento das drogas e do álcool à distância para família que vivem em regiões mais distantes da Grande SP

Estou situado na cidade de São Paulo onde recebo famílias de cidades localizadas até 200 km de distância semanalmente.

Para famílias de outros estados, tenho o programa a distância que recupera 8 em cada 10 envolvidos com drogas que desejam parar ou mudar de vida.
Os profissionais da minha equipe telefonarão para sua família e para o paciente até quatro vezes por semana amparando, aconselhando e acompanhando tudo o que está acontecendo na família.
A família pode buscar aconselhamento 24 horas nos 7 dias da semana diretamente comigo.
Supervisionamos à distância o cumprimento das atividades de recuperação.

O primeiro e único especialista que recupera pessoas a distância via skype, telefone e whatsapp.
Seu familiar em contato diário com conselheiros, psicólogos, terapeutas e psiquiatras.
Porque muitas vezes ser amparado sempre que precisamos pode nos ajudar a refletir melhor sobre o que fazemos.

Informe-se sobre como funciona, ligue para os telefones do site.
Eu, Fabian Nacer irei te atender.

Aconselhamento, Consultoria, Treinamento da família, atendimentos via telefone:

Programa de 90 dias – 10 pagamentos de R$490,00

Programa de 90 dias (sem limite de expiração) – 10 pagamentos de R$690,00

Afastamento de 30 dias em São Paulo + Pós tratamento na sua cidade por 90 dias – 10 pagamentos de R$ 890,00